Conte mais: por onde andaste?

Um ou outro gato pingado deve ter pensado, por onde anda você OFE? Pois é. Essa semana eu tive um recesso. Eu tenho bronquite, sabe? Pra quem não sabe, bronquite é uma merda uma inflamação nas principais passagens de ar pelos pulmões. Ou seja, respirar estava complicado.

No domingo a temperatura aqui em São Paulo caiu mais que o preço do tomate, aí nessa, quem vem da Califa Brasileira, roda. Segunda eu mal conseguia falar. Andar, então… nem se fala. Inclusive, esse fato me obrigou a parar de fumar. o/

Aí eu fiz só comidas rápidas e rasteiras. Ainda estou no anti-biótico… portanto no alcoohol. #chatiada

Ruffles, Doritos, macarrão bolonhesa, pizza de frigideira estão me dando suporte, para que eu consiga me restabelecer de boa. Mas vontades não me faltam. To louca pra fazer uma tortinha de batata… mas como o ânimo ta lá embaixo, melhor esperar, né?

Enquanto isso fiquem gracinhas, que semana que vem, quando essa crise passar, nossa programação volta ao normal, e de colaboradora nova.

Enquanto isso fiquem com lembranças de uma sexta e sábado muito bons. Com japonês na noitinha de sexta, visita ao Mercado da Cantareira e cervejinha red ale no Empório Sta. Therezinha com amiga de Ribeirão durante o sábado e risoto de gorgonzola na noite.

Até (cOoOoOOofff coOoOoofff)

Só uma palavra: risoto

Temperatura em São Paulo: 5º. O tempo pede no meu ouvidinho: risooooooto, viiiiinhoooo. Minha consciência diz não pro vinho. Mas quem manda aqui sou eu. Então vai ter risoto e vinho, poxa vida.

Bem, o que eu vou fazer aqui, é desmistificar o preparo do risoto, que deve ter muita gente que acha complicado, coisa e tals. Primeiro, escolha seu sabor. Eu aproveitei a calabresa picadinha que eu trouxe da casa da sogra, pois fiz risoto pra família no final de semana. Então, comprei mais um queijo branco na promoção. Temos: risoto de calabresa com queijo branco.

Os outros ingredientes são, o arroz arbório, claro, uma mãozada boa de parmesão ralado (na hora é melhor, hem), 2 tabletes de caldo de galinha, metade de um tablete de MANTEIGA (não é margarina, ok?) e vinho branco seco. Cebola (a roxa é super vantagem, mas eu não achei no Extra), salsinha e sal.

Bem, pegue uma panela funda e encha de água. Coloque os 2 tabletes de caldo de galinha e deixe ferver. Isso vai ser sua base de cozimento. Em outra frigideira, refogue a cebola picada em cubinhos em uma parte da manteiga e depois jogue o arroz e acerte o sal. Fritadinha básica para aquecer a mão, jogue um copinho vinho de deixe absorver. Acredite: o vinho faz TODA a diferença.

Depois, você vai precisar de concentração: não vai poder parar de mexer por 18/20 minutos, jogando conchadas daquele caldo, que está lá fervendo. Vá experimentando, para ver o ponto, que deve ser meio durinho. Mas risoto deve parecer uma “lava vulcânica”, como diria meu guru dos risotos (depois vou contar essa história). O arroz, você vai mexendo e deixando secar o caldo, repondo, e tal.

No final, vai jogar seu “recheio”, mexer, jogar o parmesão, mexer e por último, adicionar a manteiga. Taca sua salsinha e seja feliz. É só “trabalhoso”, mas muito simples.

Outras opções de recheio legais são limão siciliano, brócolis com bacon, champignon fresco, filé com tomate cereja, gorgonzola, enfim. O que você gostar vira samba.

Só não esqueça de chamar um parça muito legal pra dividir esse momento, porque sinceramente, risoto é uma refeição pra ser compartilhada. Bom esquenta!